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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 56, N° 3 (2008)

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Pesquisa em seres humanos: aspectos médicos, jurídicos, psicológicos e religiosos

Juliane Avansini MARSICANO
Erivan Shnaider RAMOS JUNIOR
Tatiana Santos ASSUMPÇÃO
Silvia Helena de Carvalho SALES PERES
Arsenio SALES PERES



Resumo

A sociedade moderna assiste a um progresso tecnológico e científico jamais imaginado. A evolução da medicina, em parte, pode ser
atribuída à pesquisa em seres humanos, mas muitas vezes esta pode interferir de uma maneira prejudicial para os sujeitos da pesquisa.
Alguns fatos tiveram grande impacto histórico, impondo a necessidade de discussões de cunho ético, como as experiências atrozes realizadas
pelos cientistas com os prisioneiros na última grande guerra, o que motivou a edição do Código de Nuremberg, que estabeleceu, pela primeira vez, regras a serem observadas na pesquisa em seres humanos. A partir disto, surgiram mais normatizações em resposta às atrocidades cometidas em pesquisa, com princípios inerentes a qualquer código de ética ou deontológico. Porém, os valores morais diferem de uma sociedade para outra, gerando dilemas que envolvem revolução tecnológica, biológica, crenças e teologia. Assim, os eticistas obrigaram-se a considerar disciplinas para além de suas especificidades, estabelecendo fronteiras com diversos campos do conhecimento, pois os progressos até aqui alcançados levantam questões éticas em que, muitas vezes, o próprio conhecimento não apresenta respostas satisfatórias. Este trabalho aborda os vocábulos da ética e moral sob o enfoque médico, religioso, jurídico e psicológico de um modo prático, procurando delinear suas diferenças e similitudes.

Termos de indexação: ética em pesquisa; sujeitos da pesquisa; bioética.


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