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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 55, N° 3 (2007)

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Reconstrução de defeito de continuidade em mandíbula com posterior reconstrução alveolar

Marco Antonio de OLIVEIRA FILHO
Luís Eduardo ALMEIDA
Joacir Antonio PEREIRA
André Eduardo LEMOS



Resumo

O trabalho apresenta uma breve revisão da literatura a respeito das formas de tratamento empregadas na reconstrução dos defeitos ósseos verticais a nível alveolar, e descreve um caso clínico de trauma facial, com perda óssea em região anterior de mandíbula. O paciente foi tratado em dois estágios na reconstrução mandibular: 1) reconstrução da parte basilar da mandíbula com o emprego de enxerto autógeno de crista do ilíaco e placa de reconstrução em titânio; 2) reconstrução da parte alveolar após 12 meses, também com o emprego de enxerto de ilíaco, com o mesmo sendo coberto com retalho labial, de acordo com o protocolo seguido pelos autores. Após seis meses observou-se uma perfeita integração do enxerto, com grau mínimo de reabsorção, permitindo a instalação de três implantes de 18mm de comprimento. Seis meses após a instalação dos implantes iniciou-se a fase de reabilitação protética, observando-se a manutenção da altura óssea alveolar. Conclui que o emprego de enxerto ósseo autógeno pode ser uma alternativa válida em casos de reconstruções extensas à nível basilar e alveolar.

Termos de indexação: traumatismos faciais; transplante ósseo; fraturas mandibulares.


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