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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 55, N° 3 (2007)

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Alterações dentoesqueléticas da má oclusão de classe II, 1ª divisão

José Eduardo ACQUARO
Silvia Amélia Scudeler VEDOVELLO
Viviane Veroni DEGAN
Heloisa Cristina VALDRIGHI
Mário VEDOVELLO FILHO
Camila Maria DONÁ



Resumo

Objetivos: Estabelecer algumas características cefalométricas dessa má oclusão. Métodos: A partir de uma amostra brasileira composta por 50 telerradiografias em norma lateral de pacientes do gênero feminino com idade variando entre 11 anos e 9 meses e 16 anos e 02 meses, provenientes da região de Araras, São Paulo. Foram analisados o componente maxilar, mandibular, relação maxilomandibular, componentes vertical e dentoalveolar. Resultados: Observou-se um bom posicionamento sagital da maxila, porém, mandíbula retroposicionada, com conseqüente comprometimento da relação maxilomandibular. Em grande parte da amostra, a mandíbula apresentou-se com dimensões normais. Os incisivos superiores apresentaram uma tendência excessiva para protrusão, enquanto que os incisivos inferiores estavam em igual proporção bem posicionados ou protruídos em relação à sua base óssea. O padrão de crescimento facial apresentou-se predominantemente vertical.
Conclusão: Os incisivos superiores apresentaram uma tendência excessiva para protrusão, enquanto que os incisivos inferiores encontraram-se bem posicionados ou ligeiramente protruídos em sua base óssea.

Termos de indexação: má oclusão; má oclusão de Angle classe II; circunferência craniana.


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