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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 61, N° 3 (2013)

open journal systems


Dentists’ protective measures against occupational and sexual exposure to hepatitis B virus / Perfil de proteção de cirurgiões-dentistas frente à transmissão ocupacional e sexual do vírus da Hepatite B

Clarissa Pessoa FERNANDES
Francisco Artur Forte OLIVEIRA
Renata Mota Rodrigues Bitu SOUSA
Paulo César de ALMEIDA
Ricardo Gadelha de ABREU
José Maria Sampaio MENEZES JÚNIOR
Márlio Ximenes CARLOS
Fabrício Bitu SOUSA



Resumo

ABSTRACT

Objective
This study investigated the sexual and occupational exposure of dentists o hepatitis B virus.

Methods
The study used a self-administered, structured, and anonymous questionnaire to collect data from 318 dentists who attended the International Congress of Dentistry held in 2009. The findings were tabulated and associations between variables were determined by the chi-square and Fisher-Freeman-Halton tests.

Results
Most (84.9%) dentists used all the personal protective equipment. Roughly 68.0% had experienced percutaneous injuries but only 36.4% sought specialized care. An unimpressive 75.8% of the sample received the three doses of the hepatitis B vaccine, and a meager 27.0% was tested for hepatitis B surface antibodies (anti-HBs). Only 20.1% of the study dentists used condoms and those with more years of practice were less likely to use them (p=0.006).

Conclusion
The results show that the study sample is at sexual and occupational risk of hepatitis B infection.

Indexing terms: Dentistry. Hepatitis B. Sexuality.Transmission.


RESUMO

Objetivo
Comparar os riscos de transmissão sexual do Vírus da Hepatite B e o perfil de proteção profissional de cirurgiões-dentistas.

Métodos
Questionário auto-aplicável, estruturado e anônimo foi respondido por 318 profissionais participantes de Congresso Internacional de Odontologia, em 2009. Os achados foram agrupados em tabelas, e a associação de variáveis foi feita por meio do teste qui-quadrado e teste de Fisher-Freeman-Halton.

Resultados
Foi observado que 84,9% dos profissionais relataram utilizar todos os Equipamentos de Proteção Individual.Aproximadamente 68,0% já se feriram com instrumento pérfuro-cortante, mas apenas 36,4% procuraram serviço especializado. A prevalência de vacinação completa contra hepatite B foi 75,8%, todavia somente 27,0% realizaram o teste de conversão sorológica(anti-HBs). Quanto ao uso de preservativo, apenas 20,1% afirmaram ter utilizado esse insumo e o tempo de formado foi estatisticamente significante quando associado à menor frequência na utilização (p = 0,006).

Conclusão
Os resultados revelaram possível vulnerabilidade dos dentistas para hepatite B nos âmbitos sexual e profissional.

Termos de indexação: Odontologia. Hepatite B. Sexualidade. Transmissão.


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