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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 58, N° 3 (2010)

open journal systems


Comportamento biomecânico de implantes de hexágono interno e externo / Biomechanical behavior of internal and external hex implants

Ana Roseli de Queiroz GONÇALVES
Flávia Rabello de MATTOS
Marcelo Barbosa BARROS
Sergio Henrique Gonçalves MOTTA



Resumo

Objetivo: Verificar o comportamento biomecânico por meio de análises retrospectivas e prospectivas da interface implante/pilar de casos clínicos de próteses parciais e unitárias sobre implantes, avaliando a instabilidade dos componentes protéticos de hexágono interno e externo, levando em consideração as condições à carga mastigatória de cada paciente. Métodos: Estudo retrospectivo e prospectivo de casos de pacientes que chegaram à emergência do Centro de Pós-Graduação da Academia de Odontologia do Estado do Rio de Janeiro, clínica Clivo, entre os meses de novembro de 2008 e janeiro de 2009. Quarenta e quatro pacientes foram atendidos e foram registradas as ocorrências por quatro dentistas. Desses, 16 pacientes foram submetidos ao atendimento de emergência protética de soltura de parafuso das próteses sobre 90 implantes. Resultados: Clinicamente 84% dos afrouxamentos ocorreram, a maioria em mulheres com idade entre 49 e 69 anos, em implante de hexágono externo, sendo 78% em próteses parafusada, 70,3% prótese ferulizada, 41% na mandíbula posterior, tendo 43% como antagonista os dentes naturais. Conclusão: Existe associação significante, de acordo com os testes mencionados, entre as falhas dos implantes e os tipos de hexágonos com relação ao tipo de prótese confeccionada e com relação ao tipo de antagonista utilizado. Muitos estudos clínicos e biomecânicos, além de ensaios mecânicos, precisam ser publicados para que seja possível comparar as diferenças existentes entre cada um desses
tipos de conexões.

Termos de indexação: biomecânica; implantes dentários; prótese dentária.


Abstract

Objective: This study used retrospective and prospective analyses to verify the biomechanical behavior of the implant/abutment interface in clinical cases of partial and single prostheses on implants, assessing the instability of the prosthetic internal and external hex components and considering the masticatory load of each patient. Methods: This is a retrospective and prospective study of patients who attended the emergency room of the Dental Academy Graduate Center of the State of Rio de Janeiro, Clivo clinic, from November 2008 to January 2009. A total of 44 patients were seen and the occurrences were recorded by four dentists. Of these, 16 patients underwent prosthetic emergency care, loosening the screw of the prosthesis of 90 implants. Results: Clinically, most (84%) of the loosening were done in women aged 49 to 69 years with external hex implants; 78% were screwed prostheses, 70.3% were splinted prostheses, 41% were in the posterior mandible and 43% were opposite to natural teeth. Conclusion: According to the abovementioned tests, there is a significant association between implant failure and hex types regarding the type of prosthesis and antagonist used. Many clinical and biomechanical studies and mechanical assays need to be published to allow the differences between these types of connections to be compared.

Indexing terms: biomechanics; dental implants; dental prosthesis.


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