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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 60, N° 4 (2012)

open journal systems


Biocompatibility analysis of a novel reabsorbable alloplastic membrane composed of alginate-Capsul / Análise da biocompatibilidade de uma membrana aloplástica reabsorvível composta de alginato-capsul

Cristina JARDELINO
Igor Iuco CASTRO-SILVA
Callinca Paolla Gomes MACHADO
Maria Helena ROCHA-LEÃO
Alexandre Malta ROSSI
Silvia Rachel de Albuquerque SANTOS
José Mauro GRANJEIRO



Resumo

ABSTRACT

Objective
The aim of this study was to evaluate in vivo the biological response after implantation of a novel alginate-capsule membrane.

Methods
The material was implanted into subcutaneous tissue of mice (n=15) and after 1, 3 and 9 weeks, the animals were sacrificed and biopsies analyzed with light microscopy, using the stains hematoxylin-eosin, picrosirius and alcian blue pH 2.5. The parameters evaluated were: intensity and kind of inflammatory infiltrate, presence of connective tissue, foreign body reaction, vascularization and biodegradation.

Results
1 week after implantation, the following was observed: mixed inflammatory infiltrate, absence of necrosis and beginnings of membrane fragmentation; after 3 weeks, discrete presence of multinuclear giant cells and beginnings of neovascularization; and after 9 weeks there was minor biodegradation associated with the presence of new connective tissue, and persistence of moderate inflammatory reaction observed from beginning to end of the experiment.

Conclusion
Considering the results obtained, it is possible to conclude that the novel alginate-capsule membrane is partially reabsorbable but with low biocompatibility, requiring more tests to validate its clinical use.

Indexing terms: Material testing. Seaweed. Tissue engineering.


RESUMO

Objetivo
Avaliar in vivo a resposta tecidual após a implantação de uma nova membrana de alginato-capsul.

Métodos
O material foi implantado no tecido subcutâneo de camundongos (n=15) e após 1, 3 e 9 semanas, os animais foram mortos e as biópsias analisadas à microscopia de luz, através de coloração com hematoxilina-eosina, picrosirius e azul de alcian pH 2,5. Os parâmetros avaliados foram: intensidade e tipo de infiltrado inflamatório, presença de tecido conjuntivo, reação de corpo estranho, vascularização e biodegradação.

Resultados
Após 1 semana da implantação, notou-se infiltrado inflamatório misto, ausência de necrose e início de fragmentação da membrana, em 3 semanas, observou-se presença discreta de células gigantes multinucleadas e início de neovascularização, e em 9 semanas houve pequena biodegradação associada com a presença de novo tecido conjuntivo e persistência de reação inflamatória moderada observada desde o início do experimento.

Conclusão
Considerando os resultados obtidos concluiu-se que a nova membrana de alginato-capsul é parcialmente reabsorvível, mas com baixa biocompatibilidade, necessitando de mais testes para validar seu uso clínico.

Termos de indexação: Teste de materiais. Alga marinha. Engenharia tecidual.


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