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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 57, N° 3 (2009)

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Modelos de prótese parcial removível e comunicação entre cirurgiões-dentistas e técnicos nos laboratórios na cidade de Teresina (PI)

Janaína Cordeiro de Oliveira CASTRO, SLM
Raquel Virgínia ZANETTI, SLM
Pedro Paulo FELTRIN, SLM
Eduardo Elviro FRONER, SLM
Carmem Dolores Vilarinho Soares de MOURA, SLM



Resumo

Objetivo: Avaliar a qualidade dos modelos para a confecção de próteses parciais removíveis.
Métodos: Foram analisados 140 modelos em cinco laboratórios de prótese dentária da cidade de Teresina, Piauí, registrados no Conselho Regional de Odontologia. Uma ficha foi aplicada, com 14 questões fechadas e os dados coletados foram submetidos à análise estatística utilizando-se o programa SPSS. Os modelos foram analisados à luz natural ou artificial e fotografados para fins de registro e ilustração.
Resultados: Os resultados demonstraram que em 100% dos casos o material de moldagem utilizado foi o alginato, sendo 96,43% dos modelos vazados pelo cirurgião-dentista. Destes, 64,47% foram vazados em gesso pedra e 36,43% em gesso especial. De acordo com critérios como qualidade de superfície, reprodução de detalhes, presença de bolhas e/ou nódulos, reprodução adequada da área edentada, 78,57% dos modelos foram considerados inadequados. Os modelos foram, na sua maioria (96,43%), montados em articulador pelo técnico de prótese dentária, sendo que apenas um cirurgião-dentista encaminhou o registro para montagem dos modelos. O articulador tipo charneira foi utilizado em 97,14% das montagens. Em 94,29% dos casos o planejamento e desenho não foram executados pelo cirurgião-dentista e em 87,86% dos casos nenhuma evidência de preparo de boca foi encontrada. A comunicação entre o cirurgião-dentista e o técnico de prótese dentária foi, na sua maioria, feita por telefone, em 80% dos casos.
Conclusão: Deste modo, constatou-se que a prótese parcial removível continua sendo negligenciada em relação à sua confecção clínica e laboratorial, através de uma transferência excessiva de responsabilidades do cirurgião-dentista ao técnico de prótese dentária e de uma comunicação ineficaz entre ambos


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