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RGO - Revista Gaúcha de Odontologia > Vol. 60, N° 1 (2012)

open journal systems


Student’s and general population’s knowledge about the use and commerce of human teeth / Conhecimento de discentes e da população em relação à utilização e ao comércio de órgãos dentários

Sílvia Helena de Carvalho SALES PERES
Marina Duarte GARCIA
André de Carvalho SALES PERES
Adriana Rodrigues de FREITAS
Patrick Henry Machado ALVES
Arsenio SALES PERES



Resumo

ABSTRACT

Objective
This study investigated undergraduates’ and general population’s knowledge about the methods used for tooth procurement and donation
and their destination.

Methods
The sample consisted of all undergraduates from a public institution (n=200) and 500 residents from the city of Bauru, São Paulo. They were
asked to answer a self-explanatory questionnaire.

Results
A total of 56.5% and 71.6% of undergraduates and Bauru residents, respectively, answered the questionnaire. Statistical analysis was based on
absolute and relative frequencies. The results showed that 88.5% of the undergraduates had already used human teeth in laboratory activities
and at least 8% of them had also used human teeth in research. Most (80.5%) teeth came from donations. Some (59.3%) study participants
kept the unused teeth and some (29.2%) donated them. Bauru residents reported that dental surgeons hardly ever asked them to donate
their teeth and demonstrated little knowledge about the existence of tooth banks, although most had already extracted at least one tooth.

Conclusion
The results suggest that undergraduates have difficulty implementing measures for tooth use and procurement. Activities of human tooth
banks need to be disclosed not only to undergraduates but also to the general population.

Indexing terms: Bioethics. Legislation. Organ and tissue procurement. Tooth.

RESUMO

Objetivo
Analisar o conhecimento dos acadêmicos de graduação de uma instituição pública e da população em geral, sobre os métodos adotados para
a aquisição, doação e destinação de órgãos dentários.

Métodos
A amostra foi composta de todo o universo de graduandos (n=200) e por 500 indivíduos residentes em Bauru, São Paulo, os quais receberam um
questionário auto-explicativo.

Resultados
Houve devolução de 56,5% dos questionários respondidos por graduandos e 71,6% dos respondidos pela população. A análise estatística foi
realizada por meio de frequências absolutas e relativas. Os resultados demonstraram que 88,5% dos acadêmicos já utilizaram dentes humanos
em atividades laboratoriais e pelo menos 8,0% deles utilizaram também em pesquisa. Quanto à aquisição de órgãos dentários, verificou-se
que 80,5%, ocorrem por meio de doações. Os participantes da pesquisa afirmaram que 59,3% guardavam e 29,2% doavam os dentes não
utilizados. A população relatou que o profissional quase nunca solicitou a doação do órgão dentário e demonstrou ter baixo conhecimento em
relação à existência de banco de dentes, embora a maioria já tivesse extraído algum dente.

Conclusão
Os resultados sugerem que os acadêmicos têm dificuldades na adoção de medidas para o uso e a aquisição de órgãos dentários. Há a
necessidade de divulgação das atividades dos bancos de dentes humanos não só no meio acadêmico, mas para toda a população.

Termos de indexação: Bioética. Legislação. Obtenção de tecidos e órgãos. Dente.


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